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será feita com dignidade e valorização ao tra-

balho de cada uma das sociedades”, airmou.

O segundo tema tratado foi a nova di-

nâmica para solicitação de alterações à

CBHPM. A Comissão Nacional de Honorá-

rios Médicos, formada por uma base de ava-

liação fundamentalmente técnica, funcio-

nará agora como um iltro às demandas. As

Sociedades deverão enviar a esse grupo os

pedidos de alteração de portes e inclusão ou

exclusão de procedimentos, conforme for-

mulário disponível na página da Comissão

no site da AMB. Os membros da CNHM

avaliarão itens como custo/efetividade e for-

ça das evidências cientíicas.

Se for aprovado pela CNHM, o pedido

seguirá para a Câmara Técnica da CBHPM.

Composto também por representantes das

operadoras de saúde, o grupo avaliará outros

aspectos da alteração solicitada.

“Estamos modernizando e reorganizan-

do a CBHPM, por isso os pedidos ago-

ra precisam ter um embasamento técnico,

cientíico e econômico, até para que facili-

te a incorporação desses procedimentos no

rol da ANS”, disse Fábio de Sândoli, coorde-

nador adjunto da CNHM.

A diretoria de Defesa Proissional pe-

diu às Sociedades de Especialidade que ela-

borem diretrizes de utilização (DUTs) para

os principais procedimentos realizados por

cada área. A ideia é que esse material conte-

nha as indicações clínicas, para quais patolo-

gias é indicado o procedimento em questão,

quais são os procedimentos excludentes ou

que façam parte do procedimento principal,

incluindo as vias de acesso.

O diretor de Economia Médica da AMB,

Roberto Gurgel, também participou da reu-

nião e reairmou a necessidade de que as

duas diretorias andem juntas. “Temos que

embasar nosso discurso nos argumentos de

custo e efetividade.”

Fotos: César Teixeira

Zilli: objetivo é modernizar a CBHPM.

MAIO/JUNHO

2013 •

JAMB

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